Portugal
Boavista e Paços de Ferreira empatam no Bessa
2019-08-24 23:30:00
Igualdade a uma bola

O Paços de Ferreira conseguiu o seu primeiro ponto no regresso à I Liga portuguesa de futebol, mostrando-se à altura do Boavista para empatar 1-1 no Estádio do Bessa, no sábado, em jogo da terceira jornada.

Depois de duas derrotas, os pacenses tinham um teste duro frente ao Boavista, como aliás havia antecipado o seu treinador, Filó, e assim foi, tanto mais que até estiveram a perder devido a um golo feliz de Heriberto aos 12 minutos.

O empate, justificado, surgiu cinco minutos depois e através de uma grande penalidade convertida por Marco Baixinho.

O Boavista soma agora cinco pontos, continua invicto e está há sete jogos sem perder mo campeonato, contando com as quatro vitórias consecutivas alcançadas na ponta final da época assada.

Os pacenses entraram sem medo e mostraram ao que iam num remate logo no primeiro minuto, com Bracali atento, e cedo conseguiram condicionar a organização ofensiva do Boavista graças à pressão alta do tridente composto por Murilo, Pedrinho e Dadashov.

Heriberto foi o autor do primeiro remate ‘axadrezado’, aos oito minutos, na primeira vez em que a equipa logrou soltar-se da forte marcação pacense, e foi também ele que fez o 1-0 com um remate que se transformou num ‘chapéu’ inesperado ao guarda-redes Simão Bertelli por ter sido desviado por Maracás.

O empate chegou aos 17 minutos, quando Murilo acelerou e Lucas Tagliapietra tentou o corte com o pé esquerdo, cometeu uma grande penalidade que Marco Baixinho converteu no 1-1, repondo deste modo justiça num jogo até então equilibrado.

O encontro entrou depois numa fase em que o coração mandou mais do que o cérebro, com as duas equipas entregues a uma luta intensa pela bola e a fazer tudo muito rapidamente por falta de tempo e espaço.

Os visitantes não se deram mal com a dimensão física do futebol ‘axadrezado’ e souberam responder à altura, com Diaby a sentir-se como peixe na água e Luiz Carlos também à vontade nesse registo em que houve duelos individuais frequentes.

Ficou então claro que o Boavista sentiu óbvias dificuldades para se aproximar da baliza do adversário, porque este não lhe deu tempo para pensar e porque jogadores como Bueno, muito lento, e Rafael Costa, algo perdido, estiveram muito aquém do que o técnico Lito Vidigal esperaria deles.

Os sete cantos que o Paços de Ferreira conseguiu na primeira parte, contra apenas um do Boavista, mostram que o conjunto visitante jogou mais tempo perto da baliza contrária e, além disso, conseguiu também algumas situações de aflição perto da baliza de Bracali.

A segunda parte começou novamente com o Paços de Ferreira corajoso, e Bracalli teve de aplicar-se para negar o golo a Hélder Ferreira, mas por volta da hora de jogo os pratos da balança começaram a inclinar-se a favor do Boavista.

Foi ness período que Mateus rematou forte e falhou o alvo por muito pouco, numa altura bem que a equipa de Lito Vidigal já havia tomado conta da partida e começado a ter mais bola, a jogar mais vezes no meio campo pacense e a dar trabalho à defesa visitante.

Cada vez mais pressionante, o Boavista forçou o adversário a recuar, mostrou-se finalmente perigoso e Mateus, um dos mais inconformados da sua equipa, atirou forte, Bruno Santos desviou e a barra evitou o 2-1 para os anfitriões.

O árbitro Manuel Mota expulsou o treinador Lito Vidigal aos 84 minutos e o Paços teve tudo para levar os três pontos para casa aos 84 minutos, quando Pedrinho entrou na área e atirou para Bracali fazer a melhor defesa deste jogo, segurando 1-1.

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